A controversa questão da adoção de crianças por casais gays
Publicado por Marcelo Todaro e arquivado em Diário pessoalEsta semana a mídia fez um grande estardalhaço sobre uma decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ) que concedeu a um par de lésbicas do Rio Grande do Sul o direito de registrar uma criança em nome de ambas as mulheres. Embora a decisão ainda tenha que passar pelo Supremo Tribunal Federal, acredito que deverá ser aprovada lá também.
Os defensores da causa gay dizem que permitir a adoção de crianças por casais gays é um favor que se faz a elas para tirá-las do abandono. O detalhe é que o abandono de crianças é só mais uma das muitas perversas mazelas sociais decorrentes da sistemática violação da lei de Deus. Se há crianças abandonadas é porque alguém deixou de cumprir essa lei. A solução para isso não é entregá-las a casais gays, e sim fazer com que os transgressores se arrependam. Quando isso acontecer, não haverá mais crianças em orfanatos. Querer entregar uma criança dessas nas mãos de um casal gay é tentar corrigir um erro cometendo outro.
Acho que tudo na vida sempre deve ser feito à maneira do Senhor para que não haja injustiça e dolo a ninguém. Se cada indivíduo pensasse menos em si mesmo e mais Nele, a vida em sociedade seria muito melhor.
Não estou defendendo uma tirânica imposição da lei de Deus. Sei que não vivemos numa teocracia e que o Estado é laico. Mas seria bom se a sociedade já fosse se acostumando à idéia de que no grande Milênio, que está para começar, as coisas não serão como são hoje. Na ocasião, o mundo voltará a ser como era na época do Jardim do Éden e será governado por uma teocracia. A lei que estará em vigor é a mesma lei de Deus hoje desprezada pela sociedade. Tudo que for contrário a essa lei será eliminado, o que inclui casamentos gays e adoção de crianças por casais gays. Se houver crianças abandonadas na ocasião, elas não serão entregues para adoção por casais gays (se é que eles existirão). Então esse modelo que está na moda hoje está também com os dias contados.
No documento A Família: Proclamação ao Mundo, a Igreja diz:
“Os filhos têm o direito de nascer dentro dos laços do matrimônio e de ser criados por PAI E MÃE que honrem os votos matrimoniais com total fidelidade.” (Destaque meu.)
No dia em que a decisão do STJ foi divulgada, alguém me perguntou o que eu achava disso. Respondi:
“Só tenho a lamentar por presenciar a sociedade institucionalizando mais essa franca e aberta violação da lei de Deus. Há muito a sociedade já paga um alto preço por isso (na forma das mais diversas mazelas sociais) e a tendência é piorar.”
Em meu artigo Por que sou contra o casamento gay escrevi:
É justamente isso o que faz quem desconhece o Evangelho (se conhece, não o entende; se entende, não o vive). Por isso, todo o barulho feito pela comunidade gay acaba ocupando dentro das pessoas o espaço que deveria estar preenchido pelo Evangelho. Eis porquê a ideologia gay conquista mais e mais a simpatia da sociedade.
O que acho é que os de nós que são contrários a esse estado de coisas têm que se manifestar. Por que a ideologia gay está tomando a sociedade de assalto? Além do motivo exposto acima, é porque os que discordam dela se omitem de fazer sua voz ser ouvida também. Simplesmente acham ruim, mas não se manifestam. Isso, aliás, vai contra o conselho dado pelo Pres. Gordon B. Hinckley em sua mensagem “Oposição ao mal”, publicada na Liahona de setembro de 2004:
As restrições legais aos comportamentos imorais estão perdendo a força por causa de decretos legislativos e decisões judiciais. Isso é feito em nome da liberdade de expressão, da liberdade de imprensa e da liberdade de escolha nos assim chamados assuntos pessoais. Mas o fruto amargo dessas supostas liberdades tem sido a escravização das pessoas a hábitos e comportamentos imorais que somente conduzem à destruição. Um profeta, falando há muito tempo, descreveu esse processo de modo muito preciso, ao declarar: “E assim o diabo engana suas almas e os conduz cuidadosamente ao inferno”. (2 Néfi 28:21)
(…)
A edificação do sentimento público começa com umas poucas vozes sinceras. Não defendo um ataque agressivo, com gritos, gestos e ameaças, aos legisladores. Mas creio que devemos sincera e honestamente expressar positivamente nossas convicções aos que têm a pesada responsabilidade de elaborar e implementar nossas leis. A triste verdade é que a minoria que exige maior liberdade, que vende e consome pornografia, que incentiva as exibições licenciosas e lucram com isso, fazem suas vozes serem ouvidas até que nossos legisladores passam a acreditar que eles representam a vontade da maioria. Não é provável que consigamos algo pelo qual não nos manifestamos.
Que nossa voz seja ouvida. Espero que não seja de modo estridente, mas que falemos com tamanha convicção que aqueles a quem nos dirigimos saibam da força de nosso sentimento e da sinceridade de nosso empenho. Consequências notáveis fluirão de uma carta bem escrita num envelope selado. Resultados notáveis decorrerão de uma conversa tranquila com aqueles que possuem pesadas responsabilidades.
(…)
Falem aos que elaboram as normas, estatutos e leis; aos que governam a nível local, estadual e nacional; e aos que ocupam cargos de responsabilidade como administradores de nossas escolas.
(…)
Creio que o Senhor nos diria: “levanta-te e põe-te sobre teus pés e manifesta-te em defesa da virtude e da decência”.
Que estamos fazendo para seguir o conselho do Pres. Hinckley? No que me diz respeito, parte do que estou fazendo está relatado no artigo Diga NÃO ao Projeto de Lei Complementar 122/2006.
Se ninguém acredita que a popularização da cultura gay levará a sociedade ainda mais à ruína, é só esperar para ver. A história já nos deu alguns exemplos disso, não terá sido suficiente?
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Tags:adoção, casal gay, homossexualidade, homossexualismo
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Olá! concordo plenamente com o que você escreveu neste artigo Marcelo.
Eu já tentei um dia ‘ajudar’ “os que ocupam cargos de responsabilidade como administradores de nossas escolas.”.
Apesar de ser muito difícil e de não darem nenhuma atenção, ainda mais quando insistimos, eu posso dizer que podemos cumprir com nossa parte. É bom sabermos que fazemos nossa parte.
E como você disse.. “Se ninguém acredita que a popularização da cultura gay levará a sociedade ainda mais à ruína, é só esperar para ver. A história já nos deu alguns exemplos disso, não terá sido suficiente?”.
É muito triste ver que a sociedade já está ficando insana a ponto de destruir-se, não é?
Ainda podemos mudar nosso meio.. mas os que continuarem em seus erros, como sociedade, verão algo parecido com o que aconteceu com o povo de Zênife, depois do reinado de Noé. “E assim o diabo engana suas almas e os conduz cuidadosamente ao inferno”. (2 Néfi 28:21)
Parabéns por sua defesa e também por todos seus artigos contra o casamento gay e contra a adoção de filhos por pessoas do mesmo sexo. Existem milhares de motivos que abrangem causa e consequência que podem ser utilizados para condenar este tipo de ação. Nas culturas da antiguidade onde o homossexualismo era vivido de forma normal e livre o numero de homossexuais chegavam a incríveis 50% a 60% da população. Imaginem estes números dentro de uma sociedade que se volta a no máximo 2 filhos por casal em média, chega a ser catastrófico imaginar que metade da população é infértil. Ir contra a natureza não é sinal de inteligência, temos visto isto na devastação das florestas, no lixo nos rios, e na poluição. Nenhum erro passa impune, fico triste que tantas pessoas que defendem os animais e as árvores tão veementemente em debates de todos os tipos vão contra a natureza justamente neste item tão fundamental, realmente estão cegadas.
Ótimo artigo e grande abraço.
Já dizia EINSTEIN: “Época triste essa nossa em que é mais difícil quebrar um preconceito do que um átomo.” Vejo que nosso amigos ainda não conseguiram acordar para a realidade e perceber que a família evoluiu. Apesar de o novo ordenamento não reconhecer as uniões homoafetivas como legítimas, elas existem e sempre existiram. É uma pena ainda existirem pessoas assim. Como o amigo citou anteriormente, “nas civilizações antigas era comum a prática de relações homossexuais” sendo o casamento existente apenas para gerar herdeiros. E olhe que a sociedade da época era teocrática, mas isso não impediu o existências de relacionamentos. E sem falar que dentro da Igreja cléricos mantém relacionamentos homoafetivos e pior que isso; por meio da pedofilia. Sinto dó de quem pensa que a sociedade ainda chegará a um Estado teocrático! Basta sair a rua e ver que nossos jovens, apesar de frequentarem a Igreja, não dão muita eficácia ao que é pregado. Sinto muito, mas o número de fiéis ortodoxos é cada vez menor. A única coisa que posso afirma é que no dia em que deixar de existir crianças abandonadas e gays no mundo, não foi porque chegasmos a um Estado teocrático, e sim porque a raça humana foi extinta da terra.
Bons argumentos os seus! Pena que estão dotados de preconceito e um tanto de imaginação.
Saudações!
Oi, Ana Paula.
Obrigado por seu comentário. Vejo que você deve ser uma das pessoas que não acreditam em Deus, nem nas profecias sobre a segunda vinda de Jesus Cristo. Tudo bem, é seu direito. Mas toda minha argumentação baseia-se no conhecimento que tenho de que Deus vive e que Seu Filho Jesus Cristo retornará para ocupar Seu lugar de direito perante a humanidade.
Isto posto, eu gostaria de comentar alguns de seus comentários:
Concordo com você que a família evoluiu. E é justamente ISSO o que nos preocupa.
Casamento e família não são invenções humanas, mas de Deus. Só Ele deveria ter o direito de alterar o modelo estabelecido por Ele próprio. Mas como Ele nos concedeu o dom do livre arbítrio, não interfere no direito que temos de tomar nossas próprias decisões. Todavia, embora sejamos livres para fazer nossas escolhas, não somos livres para escolher as CONSEQUÊNCIAS dessas escolhas. Há muito a sociedade já sofre as maléficas consequências da sistemática violação da lei de Deus na forma das mais diversas e perversas mazelas sociais. Por ser diametralmente oposto à lei de Deus, a legalização do casamento gay e da adoção de crianças por casais gays só fará piorar essa situação. Se não acredita, espere para ver.
Sim, e isso prova o quê? Apenas que a humanidade é pecadora desde o início.
Não há qualquer evidência de que Deus aprove esse tipo de união, mas há muitas evidências em contrário.
E não é porque essas uniões sempre existiram que se tornam certas sob o ponto de vista de Deus, ou que Ele tenha que acompanhar a “evolução” da sociedade. Não é Ele que tem que se adaptar ao homem, e sim o contrário.
Sodoma e Gomorra, o Império Romano, etc., que aceitavam abertamente o homossexualismo, não tinham seus regimes políticos baseados no Evangelho de Jesus Cristo. Por isso foram à ruína.
Tá certo que nenhum país do mundo moderno foi à ruína por esse motivo, mas, por mais desenvolvido que seja, nenhum deles está a salvo de mazelas sociais decorrentes da violação da lei de Deus. Eu insisto que, se não fosse esse o caso, não haveria crianças abandonadas. Elas só existem porque alguém deixou de cumprir essa lei. E a solução para isso não é entregá-las a casais gays, e sim fazer com que os pecadores se arrependam, fato que soluciona o problema em caráter definitivo.
Isso também não prova nada. Ou melhor, prova sim: que os clérigos que se entregam a essas práticas não estão cumprindo o que pregam. Isso tem nome.
Dispenso sua comiseração, Ana Paula, até porque a teocracia do Milênio não dependerá da boa vontade de ninguém para que aconteça. Ela simplesmente vai acontecer, queira você ou não. É uma condição inegociável. Chame isso de tirania, se quiser, mas Deus não depende de nossa boa vontade para fazer valer Seus planos. Assim como muitos profetas antigos previram a primeira vinda de Cristo e não houve nada que os céticos da época pudessem fazer para impedir o cumprimento dessa profecia, a segunda vinda e o Milênio são eventos profetizados desde quando Ele veio da primeira vez e também não haverá nada que os céticos de hoje possam fazer para impedir esse retorno. É então que a teocracia será implantada no mundo.
Se não acredita, espere para ver.
Não se preocupe, pois dessa dor de barriga você não vai morrer.
A raça humana jamais será extinta simplesmente porque não está nos propósitos de Deus que isso aconteça. O homem tem que continuar existindo para que Seu plano seja cumprido.
Vejamos se você dirá o mesmo quando vir Jesus Cristo voltando ao mundo e estabelecendo Sua lei. Então me virarei para você e perguntarei: “o que foi que você havia dito mesmo?”
Um abraço!
“Época triste essa nossa em que é mais difícil quebrar um preconceito do que um átomo.” –> concordo.
Quem ira sofrer o preconceito serao as crianças.
Em uma reuniao, apresentaçao ou festa na escola dessa criança, ela ve seus amigos com uma mae e um pai, e quando chegar perto dos seus com seus amigos eles perguntarao:
“_ Quem é o teu pai e quem é tua mae?”
A criança nao sabera responder e ira se sentir inferior, por ter “dois pais ou duas maes”.
O preconceito hoje ainda esta “em alta” e enquanto nao conseguirmos “quebrar” isto, nao pode ser legalizado a adoçao de crianças por casais de homossexuais, por um casal de gays.
QUEM VAI SOFRER SAO AS CRIANÇAS.
obrigada !
Elas sofrerão independente de preconceito, Eduarda. Mesmo que, numa situação hipotética, o preconceito seja eliminado da face da Terra, uma criança que cresça num lar de pais homossexuais será educada para acreditar que o homossexualismo é a coisa mais normal e natural do mundo. Se ela própria não se tornar homossexual, muito provavelmente será ensinada a não crer em Deus ou a crer que Ele aceita o homossexualismo ou mesmo que a atração pelo mesmo sexo é criação Dele, e vai apoiar toda e qualquer causa que viole Seus mandamentos, como o casamento gay, por exemplo.
Então a adoção de crianças por casais gays não deve ser permitida não por causa de preconceito, e sim por violar os mandamentos de Deus. Esse é o motivo correto.
Um abraço!
Nosso propósito na Terra não é viver para mudar os preceitos e leis de Deus ou adaptá-los para nosso conforto, mas sim, procurar conhecer, entender e vivê-los. Saber que Ele é o mesmo ‘ontem, hoje e para sempre’ é realmente reconfortante. Sei que Deus está no comando, sei que Ele vê além, vê o que não vemos, e deseja que todas as coisas sejam feitas em ordem, assim como Ele propriamente vive. Também sei que Ele ama a todos os Seus filhos; Ele não quer salvar Seus filhos em seus pecados, mas salvá-los de seus pecados, por meio da Expiação de Jesus Cristo.
Caro Marcelo,
Fui mãe adotiva quando ainda solteira (porém hetero) e hoje meu filho tem 4 anos. Queria te parabenizar pela forma espetacular com que vc abordou o tema. A colocação “É justamente isso o que faz quem desconhece o Evangelho (se conhece, não o entende; se entende, não o vive). Por isso, todo o barulho feito pela comunidade gay acaba ocupando dentro das pessoas o espaço que deveria estar preenchido pelo Evangelho. Eis porquê a ideologia gay conquista mais e mais a simpatia da sociedade.” foi perfeita e completamente adequada para os tempos que vivemos…Estaríamos nos tempos modernos de Sodoma e Gomorra? Onde o adultério é banalizado, a promiscuidade sexual estampada em bandeiras de “liberdade”…O que serão de nossas crianças que lutamos para que não sejam escravos da mídia que fortemente apela para a aceitação dessas transgressões?
Vc foi fantástico!
Caro Marcelo,
Concordo com o que disse hoje, as pessoas para ficarem bem com as outras não são honestas consigo mesmas e vão pela opinião da maioria porque é mais fácil. E tambem se torna mais fácil para os pais aceitar essa condição de um filho gay do que se dedicar mais a eles e ensinar os valores corretos, porque agora é moda dizer que não tem tempo para isso e precisam trabalhar. E aqueles que se deixaram levar pelos encantos do inimigo tem que buscar forças e se arrepender enquanto ainda podem. Eu as vezes sou mal interpretada por ter coragem de expressar o que penso e não me deixo levar pela opinião da maioria, por isso acho que “a voz do povo não é a voz de Deus” porque se fosse não teriamos mandado “Jesus” para a cruz ao invés de Barrabás, e as escrituras não foram escritas por nenhum homem de caráter duvidoso ou simpatizante do pecado. Tenho pena dessas pessoas que não conseguem ver o abismo se formando embaixo de seus pés, creio que o que está acontecendo é mais uma forma de se fazer cumprir a escritura que diz que muitos serão chamados mas poucos serão escolhidos, só Deus pode decidir o nosso futuro, mas para alguns já está definido. Um abraço vamos orar para que as pessoas busquem um pouquinho mais de princípios e valores, pq afinal não faz mal a ninguem vc foi ralmente corajoso.
Estimado Marcelo,
Fico muito contente com suas palavras, não porque estou de acordo com elas senão porque gosto do diálogo franco sobre as interconexões religiopolíticas do universo Mórmon. Não duvido que você está ciente do fato que há no mundo muitos santos dos últimos dias (retos e obedientes) que têm um olhar político (e até religioso) muito diferente do seu. Sou um destes. Ainda assim, aprecio sua voz e sua presença na grande rede.
Max,
Exceto no caso da injusta e perversa discriminação contra os gays devido à sua orientação sexual — discriminação essa que os leva a serem odiados, perseguidos, maltratados, demitidos de seus empregos, despejados de suas casas, etc. —, todas as vezes em que a Igreja ou alguém da liderança da Igreja se manifestou a respeito de certos aspectos da causa gay — como o do casamento gay, por exemplo — a posição foi diametralmente contrária a esses aspectos.
Embora eu ainda não a tenha visto manifestar-se acerca da adoção de crianças por casais gays (e eu saberia se o tivesse feito), a lógica nos faz supor que, sendo ela contrária à união de pessoas do mesmo sexo, também é à adoção de crianças por casais gays, já que não reconhece esse tipo de união. Além disso, como escrevi no artigo, através da Proclamação ao Mundo a Igreja defende o princípio sagrado de que uma criança tem o direito de ser criada por PAI e MÃE. Note que em momento algum ela se referiu à extensão desse direito a “pai e pai” ou “mãe e mãe”.
Assim, não entendo como pode haver santos dos últimos dias “retos e obedientes” que eventualmente se posicionem de forma contrária a esses princípios. É verdade que já vi uns poucos desses defendendo a flexibilização das regras da Igreja em favor da aceitação do batismo de casais gays e da entrada deles no templo. Mas isso é paradoxal e contraditório. Se fosse uma igreja de homens eu até entenderia que ela eventualmente considerasse essa possibilidade, mas a Igreja é de Jesus Cristo. Ele é quem manda. Até o momento, não há qualquer evidência de que Ele tenha flexibilizado Seus mandamentos em favor da vontade de uma minoria. Não é Ele que tem que se adaptar ao homem, e sim o contrário.
Lamento, mas, sem querer julgar ninguém, não acredito que quem questiona a posição da Igreja seja realmente “reto e obediente”, nem que sejam “muitos”, como você diz.
Um abraço!
Concordo com sua resposta, Marcelo. Santos dos Últimos Dias ‘retos e obedientes’ respeitam seu próximo mas não racionalizam as leis de Deus. Entendem o que está no Panfleto ‘Deus ama seus filhos’ sobre a homossexualidade, mas entendem que tanto homo quanto heterossexuais precisam viver Suas leis.
O fato de ser gay pode não ser uma escolha como alguns acreditam, mas o fato de ser casto e seguir o Plano de Deus, casamento entre homem e mulher, sexo entre homem e mulher legal e legitimamente casados, proporcionar a uma criança o modelo de família estabelecido por Deus, é.