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Posts Tagged “Rede Record”

No último sábado (10), mais de 40 voluntários do Programa Mãos que Ajudam, desenvolvido por A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, participaram da primeira triagem de roupas doadas numa parceria com a RIC TV, afiliada da Rede Record no Paraná. Além do apoio da Igreja, que disponibilizou as capelas como postos de coletas dos agasalhos e roupas doados, outras religiões e entidades participam da campanha.

Ao todo, mais de 4200 peças de roupa foram separadas e entregues para duas entidades no sábado seguinte (17). Para Teciomar Abila, diretor do Conselho de Assuntos Públicos Multiestacas de Curitiba, o apoio dos voluntários e líderes foi fundamental: “Agradeço a todos que ajudaram e aos que estão ajudando e participando ativamente do programa”.

A reportagem foi veiculada na Rede Record (veja abaixo). A matéria cita “Igreja Mórmon”, mas segundo Teciomar, há um trabalho e esforço para que a equipe da Record nas próximas coberturas mencione o nome completo e correto da Igreja.

Fonte: Conselho de Assuntos Públicos Multiestacas de Curitiba

 

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Tive anteontem uma surpresa semelhante à de quando a produção do programa Superpop, de Luciana Gimenez, me convidou para participar do programa dela, ano passado. Desta vez foi a produção do programa Geraldo Brasil, da Rede Record. O motivo foi o mesmo: meu artigo Por que sou contra o casamento gay.

A edição do dia 16/9 abordaria o tema da homossexualidade dos filhos revelada aos pais, ou seja, como foi a reação dos pais ao ouvirem dos filhos a confissão de que eram gays e toda problemática envolvida no assunto. Para falar disso, o programa convidou algumas mães com seus filhos gays e lésbicas, como a ex-cantora, atriz e dançarina Gretchen (nome artístico de Maria Odete Brito de Miranda, 50 anos, hoje evangélica) e sua filha lésbica Thammy Miranda, além do drag queen Leo Áquilla com sua mãe e um arquiteto gay acompanhado da mãe. Havia também uma psicóloga, o diretor de uma faculdade e eu, todos heterossexuais.

O convite para participar do programa chegou poucas horas antes de ir ao ar — ou seja, muito em cima da hora. Queriam levar-me ao estúdio, em São Paulo. Ao saberem que eu não estava em SP, e sim a milhares de quilômetros de distância, entraram em contato com a afiliada local da Rede Record para que eu participasse por link via satélite. E assim foi.

O programa começou com vários debates entre os participantes relatando como foi a revelação da “novidade” aos pais, a reação deles e a do resto da família, dos amigos e da sociedade. Os primeiros 50 minutos versaram exclusivamente sobre isso. Então o apresentador Geraldo me apresentou e lançou-me a seguinte pergunta: “Se seu filho um dia o procurasse para anunciar que é gay, como você reagiria?”

Respondi fazendo uma síntese de resposta a pergunta similar feita a mim aqui mesmo no blog. Eu disse que, se isso acontecesse, não o deserdaria, nem o odiaria, nem o agrediria, mas exporia a ele as inexoráveis consequências de sua escolha: no âmbito social, sofreria discriminação, preconceito e até ódio em alguns casos, tal como os convidados gays e lésbicas relataram enfrentar por causa de sua opção sexual. No âmbito espiritual, ele muito provavelmente perderia a totalidade das recompensas eternas prometidas por nosso Pai Celestial a Seus filhos que se mantém fiéis a Seus mandamentos até o fim.

Geraldo perguntou-me em seguida qual é minha opinião sobre o homossexualismo. Conforme exponho no artigo Por que sou contra o casamento gay, fiz questão de esclarecer que não me proponho a explicar a existência dessa opção sexual, pois não sabemos porquê ela existe e talvez não venhamos a saber nesta vida. O que sei, contudo, por tudo que tenho estudado dos ensinamentos de Jesus Cristo por toda minha vida, é que Deus não criou três sexos, e sim dois. Disse também que, em meus artigos, não falo contra os gays, e sim contra a união civil homossexual, a qual corrompe o modelo de família instituído por Deus desde a fundação do mundo.

A partir desse ponto, Geraldo chamou os comerciais e, na volta, os assuntos dentro do homossexualismo variaram. Não tive mais participação depois disso.

Acho importante ressaltar que, quando falei que meu filho eventualmente perderia suas recompensas eternas se decidisse ser gay, puxei do bolso um cartão de amizade e exibi a gravura de Jesus Cristo impressa nele para ilustrar o fato de que minha opinião baseia-se no Evangelho de Jesus Cristo. Enquanto eu falava, a produção do programa dividiu a tela em duas imagens, uma minha e outra de Thammy. Notei que, no momento em que exibi o cartão com a gravura de Jesus, ela baixou a cabeça e a apoiou sobre a mão, fazendo aquele gesto típico de desgosto e desaprovação. Em outros momentos em que falei de Deus, ela ria e balançava a cabeça em tom de deboche, dando a entender que achava que eu estava dizendo alguma coisa absurda.

Lamentei não ter tido a chance de estar presente no estúdio do programa, pois acho que teria sido produtivo e didático ouvir suas objeções. Eu queria ter podido responder-lhe como respondi às objeções dos participantes do Superpop.

Embora a oportunidade de prestar meu testemunho tenha sido muito menor quando comparada à que tive no Superpop, a programação da Rede Record — e, por conseguinte, a do programa Geraldo Brasil — tem audiência muito maior, até porque seu sinal é retransmitido inclusive no exterior (a Rede TV, emissora do Superpop, não é de sinal aberto em todo o país, como a Record). Desta forma, creio que o recado de que Deus pode ter uma opinião diferente daquela da parte da sociedade que acha o homossexualismo algo tão normal e natural quanto o heterossexualismo pode ter alcançado um número bem maior de ouvidos atentos e mentes abertas. Mais uma vez, creio ter sido bem sucedido em plantar uma semente. Se germinará e dará seus frutos em seu devido tempo, depende de saber em que terreno caiu. Só o Senhor sabe.

Mas é como disse o Pres. Thomas S. Monson na Conferência Geral de abril de 2003: “…as sementes do testemunho frequentemente não se arraigam nem florescem imediatamente. Às vezes o que plantamos só dá frutos depois de muito tempo; mas sempre dá frutos”. Que os anjos digam amém.

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