A alegria de ser membro da Igreja

Irmãos, vocês que me vêem neste púlpito neste momento estão vendo o membro da Igreja mais feliz do mundo. Realmente, não pode haver sobre a face da Terra alguém mais feliz por ser membro da Igreja do que eu. Para mim, estar aqui é realmente uma realização pessoal, uma conquista, uma vitória. Sou tão feliz por isso que eu preferia a morte a estar em qualquer outro lugar. Isso porque sei que esta é a verdadeira Igreja de Jesus Cristo – não apenas mais uma igreja que pretende ser de Cristo, mas a única que Ele reconhece como Sua, pois não foi erguida por mãos de homens, mas por Suas próprias mãos. Eu não estava lá para ver isso acontecer com meus próprios olhos, assim como também não estava quando Cristo ressuscitou, nem quando Adão e Eva form postos no Jardim do Éden, nem quando o Senhor criou o Universo e tudo que há nele, mas sei que tudo isso é verdade com tanta certeza quanto sei que o Sol nascerá amanhã. Não preciso ver para crer, tãopouco creio por crer. Sei que é verdade porque o mesmo Espírito que diz dentro de mim que há um Deus e que esse Deus é meu Pai é o que diz que Joseph Smith foi (e é) o homem escolhido para ser o primeiro de Seus profetas da era moderna. Essa é uma verdade que defendo até a morte, se preciso for, pois não posso negar o que sei ser verdade nem me acovardar diante de eventuais ameaças contra minha vida e à de minha família por causa de meu testemunho. Prefiro ser condenado a um tormento eterno a negar o que sei. Que o Senhor me tire a vida antes que eu seja capaz de dizer ou mesmo pensar qualquer coisa contra o testemunho que me foi dado pelo Espírito de Deus.

Foi com tais palavras que prestei meu testemunho na manhã do primeiro domingo de novembro, na reunião de testemunhos de minha ala na Igreja. Eu realmente sentia (e sinto) grande alegria por ser membro da Igreja. Eu acabara de dar uma aula na classe de Doutrina no Evangelho da Escola Dominical que havia sido cheia do Espírito do Senhor, graças ao qual meu testemunho foi ainda mais solidificado, tal como rocha. Está tão enraizado em meu peito que é como se tivesse sido gravado com ferro em brasa. Já faz parte de meu DNA. Não há como arrancá-lo de mim sem arrancar minha vida junto. A eternidade não é tempo bastante para que eu agradeça ao Pai por isso.

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