Não sou terrorista. Mas também não sou Charlie

charlieO desabafo a seguir foi publicado no Facebook por um pastor evangélico chamado Ricardo Espíndola:

NÃO SOU CHARLIE.

Desculpa, não tenho como sê-lo.

Um grupo de irresponsáveis idiotas pôs o mundo ocidental em risco com base em uma dita liberdade de expressão sem limites.

Hoje, vítimas inocentes são enterradas e países tornam-se alvos de terroristas pelas mãos estúpidas desses tais defensores da liberdade de expressão.

Um católico jamais admitiria ter a pessoa de Maria Santíssima desrespeitada.

Um judeu retaliaria quem risse do holocausto ou de seus Moisés e Davi.

Um espírita condenaria quem ofendesse a pessoa de Kardek.

Por que então um muçulmano tem que aceitar ofensas à sua fé e seus profetas?

Os atos terroristas são inadmissíveis e seus praticantes têm que ser caçados e banidos. Mas os irresponsáveis idiotas que fizeram o crime de molestar a fé alheia têm que ser parados também.

Não sou Charlie.

Jamais serei.

Tenho lucidez e dignidade e exijo respeito com a minha fé e com a fé alheia.

Concordo com a opinião dele (embora não concorde com o tom agressivo que usou). A postagem original pode ser vista aqui.

Como disse o Papa Francisco sobre esse assunto:

“A liberdade de expressão não dá direito de insultar a fé do próximo. (…) Podemos [dizer o que pensamos] sem ofender. (…) Você não pode provocar, insultar a fé dos outros, fazer zombaria.”

Se todas as pessoas vivessem o evangelho de Jesus Cristo, não só não haveria terrorismo no mundo como também não haveria esse tipo de humor satírico ofensivo e desrespeitoso.

Por isso também não posso ser Charlie. E que Jesus Cristo volte logo para por fim a esse mundo como o conhecemos.

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1 respostas para Não sou terrorista. Mas também não sou Charlie

  1. Jaelson disse:

    Concordo, com o comentário. Vejo a mídia dizer que se alguém não gosta das charges, se sente ofendido, pode recorrer aa justiça; eles sabem que a justiça alegará liberdade de expressão. Na verdade as grandes potencias vem buscando um meio de entrar em confronto com os islamismo e sabem que a melhor maneira é provocá-los na sua fé. é a estratégia da nova ordem mundial, capitaneada pelos USA e Reino Unido.

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