Atualizado em 29/9/2014

Este artigo é longo porque o assunto é complexo. Qualquer que seja sua opinião a respeito, contudo, creio que vale a pena lê-lo com calma e atenção até o fim, até para que você possa eventualmente comentá-lo com mais propriedade, se desejar.

Escrevi este artigo em substituição ao “Diga NÃO ao casamento gay”, que eu havia escrito anteriormente e que removi do blog. Senti a necessidade de fazê-lo depois de minha participação no programa Superpop, de Luciana Gimenez, que foi ao ar ao vivo pela Rede TV há dois dias [10 de abril de 2008]. A partir de quando a produção do programa convidou-me para participar de um debate sobre o casamento gay devido a minha posição abertamente contrária a ele, precisei refletir e orar muito em preparação a isso. Foi quando percebi que o artigo anterior não expressava muito bem o que tenho a dizer sobre o assunto.

Eis, portanto, a versão “dois ponto zero” de meus pensamentos e sentimentos sobre o tema.

Tal como no outro artigo, eu gostaria de começar explicando minha posição contrária ao casamento gay dirigindo algumas palavras a eles primeiro.

 

Uma palavra aos gays

 
Antes de mais nada, gostaria de lhes deixar claro o seguinte:

Não os odeio nem tenho qualquer preconceito contra vocês!

Do contrário, estaria demonstrando não ter aprendido nada nas quase três décadas em que sou membro de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias.

Os ensinamentos de Jesus Cristo nos dizem para amar nossos semelhantes. Não me seria possível obedecer esse mandamento e, ao mesmo tempo, ter preconceito contra os gays. Seria incoerência e hipocrisia. Preconceito é sintoma de falta de amor e de vivência dos ensinamentos do Salvador. Não é meu caso.

Isto posto, quero que saibam que meu propósito com este artigo é usufruir do mesmo direito à liberdade de expressão do qual vocês usufruem ao levantar suas bandeiras coloridas nas espalhafatosas paradas gays ao redor do mundo. Como tenho esse direito tanto quanto vocês, não me condenem por dizer o que penso. Afinal, dizer o que pensam não é o que vocês fazem?

Se quiserem entender meu ponto de vista, por favor, leiam este artigo até o fim.

A lição da evolução

Repare nos animais na Natureza, homem inclusive. Salvo raras exceções (os seres hermafroditas, por exemplo), a anatomia favorece a cópula apenas entre macho e fêmea. Seus órgãos sexuais e reprodutivos foram desenhados para funcionar apenas entre macho e fêmea e perdem a função entre indivíduos do mesmo sexo. No caso dos machos, não lhe parece um escárnio supor que o Criador (ou a evolução, se preferir) possa ter concebido o uso da fétida e infecta saída de esgoto do organismo como instrumento de expressão de amor?

O fator anatômico por si só já é um forte indício de que nunca foi intenção do Criador (ou da evolução, se preferir) que houvessem relações homossexuais ou homoafetivas. Essa conclusão inclusive é referendada por estudiosos que concluíram que ninguém nasce gay, como o sociólogo americano John Gagnon, professor emérito da Universidade do Estado de Nova York, um dos pioneiros no estudo sobre sexo e autor de 12 livros e mais de 100 artigos científicos sobre o assunto (leia entrevista dele publicada pela revista Época em 8 de maio de 2006).

Mesmo se o homem fosse fruto de mera e casual evolução biológica, como crêem os céticos, o que explicaria a atração pelo mesmo sexo se isso não serve a propósito evolutivo algum? Diante da teoria da seleção natural de Darwin, a homossexualidade não faz sentido. É uma característica que não seria esperada para se desenvolver e persistir.

Essa resposta ainda está para ser conhecida. Deus (ou a ciência, se preferir) já revelou e continua revelando a razão de muitas coisas que o homem não compreendia, mas ainda há muitas outras que estão para ser reveladas. A razão da existência da atração pelo mesmo sexo é uma delas. O conhecimento necessário para compreendê-la nos será dado em momento oportuno.

Mas não é por não compreendermos o homossexualismo que me oponho ao casamento gay. Meus motivos dizem respeito ao que o Senhor Jesus Cristo disse nas escrituras e do que continua dizendo com Sua própria boca e voz hoje em dia. Por isso, oponho-me a tudo que Ele também Se opõe. O casamento gay é uma dessas coisas.

Falando nisso, aliás…

Casamento não é invenção humana

Se fosse verdade que o grande ato da Criação é uma mera casualidade, não seria preciso haver uma formalidade chamada casamento, bastaria fazer como os animais na Natureza: macho e fêmea simplesmente se juntam e procriam. Tão mais simples, não? Mas o homem faz dessa junção um evento social: chama parentes e amigos para celebrá-la, faz festa, registra tudo em fotos e vídeos, sai em lua de mel, investe tempo e dinheiro nisso tudo, vê-se obrigado a assinar documentos para validar essa junção perante a socidade, etc.

Mesmo entre os céticos, a maioria desses eventos sociais começa numa igreja. Creio que dificilmente alguém pensa no porquê disso. Mera convenção social? Se ninguém está interessado na opinião de Deus, cerimônia religiosa pra quê?

Ah, então há interesse na opinião Dele? Muito bem, neste caso vamos compreender algumas coisas.

Antes de mais nada, casamento é um mandamento de Deus, tanto quanto não matar, não roubar, não adulterar, etc. Todos os mandamentos de Deus têm um motivo: cumprir propósitos eternos, proporcionar alegria e paz nesta vida, garantir segurança e proteção contra as inexoráveis consequências de escolhas erradas que podem parecer certas, etc.

Com o casamento não é diferente. Mais que a mera junção de dois indivíduos, o casamento é um convênio ou contrato legítimo que torna o par unido perante Deus. Vem da primitiva obediência a esse mandamento o que mais tarde se tornaria uma convenção social, vindo a ser regulamentada também pela lei dos homens. O casamento foi instituído por Deus e surgiu bem antes do casamento civil. Portanto, não é uma mera “moda” inventada pelo homem.

O primeiro casamento

O primeiro casamento de que se tem notícia foi o de Adão e Eva, ainda no Jardim do Éden. Segundo o relato bíblico, Adão e Eva foram dados por Deus em casamento um ao outro (veja Gênesis 2:18–25; Moisés 3:18–25; Abraão 5:14–21). Ali foi estabelecido o padrão Dele de casamento: homem com mulher. Em lugar algum das escrituras lemos que em alguma época Ele tenha dado dois homens ou duas mulheres em casamento. Não há evidência escriturística alguma de que Ele aprova esse tipo de união (mas há várias evidências em contrário: Lev. 18:22; 20:13; Deut. 23:17; Isa. 3:9; Rom. 1:27; I Cor. 6:9–10; I Tim. 1:9–10; Jud. 1:7).

Como até então Adão e Eva eram imortais, esse casamento deveria durar para sempre. Foi nessa condição que receberam de Deus o mandamento de crescer, multiplicar e encher a Terra. Mesmo depois da necessária introdução da morte no mundo em virtude da Queda de Adão, o modelo de casamento eterno dado por Deus permaneceu em vigor. Ele determinou que, mediante obediência às leis e ordenanças do evangelho, a perpetuação do relacionamento familiar mesmo após a morte seria possível.

Além desta vida

Uma das muitas gloriosas promessas que nosso Pai Celestial nos faz como recompensa por nossa obediência a Ele é a de que nossos relacionamentos familiares podem ser mantidos na outra vida tal como são hoje. Significa que o casamento realizado sob a lei do evangelho e do santo sacerdócio é para a vida mortal e também para a eternidade. Homens e mulheres assim selados em matrimônio podem continuar a ser marido e mulher por toda a eternidade ao invés de apenas “até que a morte os separe”. Os filhos nascidos sob esse convênio podem ser unidos aos pais também pela eternidade, e estes aos deles, e assim por diante, formando uma longa cadeia familiar eterna tanto de descendentes quanto de ascendentes.

Creio que todos os que lêem este artigo devem amar seus filhos (caso os tenham) e seus pais. Então que tal tê-los como filhos e pais pela eternidade ao invés de como indivíduos solteiros e desconexos dos vínculos afetivos e familiares? Ou que tal ter o ser amado a seu lado também pela eternidade? Se você responder que isso seria bom, então saiba que, para ser possível receber de Deus tal bênção, é preciso fazer as coisas à maneira Dele. E a maneira Dele não prevê a união entre pessoas do mesmo sexo. Isso é absolutamente contra o que Ele planejou para a perpetuação da família do ponto de vista da eternidade.

O mandamento dado por Ele para que nos multiplicássemos e enchêssemos a Terra continua em vigor. Homossexuais não podem desfrutar desse privilégio.

O casamento entre o homem e a mulher foi ordenado por Deus e é essencial para Seu plano eterno. Os filhos têm o direito de nascer dentro dos laços do matrimônio e de ser criados por pai e mãe que honrem os votos matrimoniais com total fidelidade. A felicidade na vida familiar é mais provável de ser alcançada quando fundamentada nos ensinamentos do Senhor Jesus Cristo, os quais não prevêem a opção do casamento gay.

A união civil homossexual quebra o modelo familiar de Deus. Gays e lésbicas que desejam ter filhos continuarão dependendo de quem possa fazer o que eles e elas não querem: gerar filhos. Querem ter filhos, mas não querem gerá-los. Não parece insensato e contraditório?

“Mas o que você tem a ver com isso?”

Você pode argumentar que, apesar de todas essas advertências, é seu direito optar pelo que achar melhor. É verdade. Nunca poderei interferir em seu livre arbítrio, como nosso Pai também não interfere.

Mas isso não me impede de me incomodar com as escolhas que você fizer por dois motivos:

  1. Eu sinceramente desejo, do fundo de meu coração, que meus irmãos e irmãs homossexuais sejam herdeiros das mesmas recompensas temporais e eternas que me empenho em conquistar. Se o casamento gay for legalizado e eles então se amarrarem uns aos outros com a bênção do Estado, ficará ainda mais difícil para eles conquistar as maiores e melhores recompensas prometidas pelo Mestre. Não lhes desejo isso.
  2. Também não desejo que a sociedade encare como normal e legal (mais) essa violação da lei de Deus. Às vezes me pergunto que critérios a sociedade usa para decidir qual dessas violações deverá tornar-se legal só porque um grupo minoritário assim o quer. Tome como exemplo o caso de um casal de irmãos com quatro filhos que luta para legalizar o incesto. Outro exemplo: na Holanda, país que foi o primeiro a legalizar o casamento gay e sob a desculpa do jargão gay de que “qualquer forma de amor é válida”, alguns holandeses fundaram um partido que pretende legalizar a pedofilia e a pornografia infantil. Para eles, sexo com crianças é só mais uma forma de expressão de amor, por isso defendem a tese de que as crianças também “amam” e a sexualidade delas foi reprimida pelos padrões e regras da sociedade, dos quais pretendem libertar as crianças. Não foi sob o mesmíssimo argumento de “liberdade e diversidade” que começou a história do casamento gay? Por que gays podem e incestuosos e pedófilos não, sendo que a violação da lei de Deus é a mesma? Dois pesos e duas medidas? Se a moda pega, daqui a pouco outros grupos minoritários — adúlteros, homicidas, traficantes, contrabandistas, sonegadores, fanáticos religiosos… — também vão querer mudar a lei em favor de qualquer coisa que julguem ser direito deles.

Repudio veementemente o conceito geralmente aceito pela sociedade para justificar o casamento gay de que “o que vale é o amor”. Tenta-se até usar Deus nessa justificativa com o fragilíssimo argumento de que “Deus é amor”. É verdade que Ele é amor, mas também é verdade que Ele não é contra Seus próprios princípios. Sua misericórdia jamais suplantará Sua justiça. Ele ama o pecador, sim, mas, nas palavras Dele próprio, “eu, o Senhor, não posso encarar o pecado com o mínimo grau de tolerância” (D&C 1:31). Portanto que ninguém se engane: o fato de Ele amar o pecador de forma alguma significa que será conivente com seus pecados (e isso também não significa condenação ao inferno ou algo assim, antes que alguém diga ou pense essa bobagem), assim como qualquer pai amoroso e responsável não pode deixar de repreender, corrigir e até castigar seus filhos ao vê-los cometendo erros capazes de prejudicá-los.

Em resumo: o amor, por si só, está bem longe de ser suficiente como justificativa para o casamento entre iguais pelo ponto de vista de Deus. Se assim não fosse, que problema haveria em legalizar o incesto e a pedofilia dos exemplos acima?

Até quando a sociedade vai achar que pode ignorar o que Deus REALMENTE pensa a respeito (e não o que ela quer ou espera que Ele pense) sem sofrer as consequências?

Como eu disse mais acima, a felicidade na vida familiar é mais provável de ser alcançada quando fundamentada nos ensinamentos do Senhor Jesus Cristo, os quais não prevêem a opção do casamento gay.

Se, apesar de tudo, os homossexuais quiserem continuar unindo-se de uma forma diferente da criada por Ele, têm a liberdade de desejá-lo. Mas não podem esperar que Deus abençôe essa união. Se acham que podem viver sem isso, são livres para tentar. Mas não deve ser difícil imaginar que uma vida destituída das bênçãos e do favor de nosso Pai Celestial deve ser uma vida que, quando comparada à que poderiam ter, é vazia, com alegrias efêmeras, conquistas temporárias e recompensas passageiras. Pela perspectiva da eternidade, isso é como uma fumacinha levada pelo vento.

Queridos irmãos e irmãs homossexuais, a vida não precisa ser assim!

Além do mais, apelar para o caráter laico do Estado a fim de exigir a legalização do casamento gay até pode surtir efeito imediato, mas não permanente. Isso por um motivo bem simples: em breve o mundo será governado por uma teocracia. Isso ocorrerá quando o Salvador Jesus Cristo retornar para governar pessoalmente. Quando isso acontecer, tudo que não estiver de acordo com Sua lei será removido do mundo, o que inclui casamentos e relacionamentos homoafetivos. Esse tipo de união sempre esteve e continua condenada à extinção. Portanto, pra quê começar agora o que terá que ser desfeito depois?

Mais uma vez: não me censurem por dizer o que penso. Não sou seu inimigo, portanto não há razão para que sejam de mim. Devo amá-los com o mesmo amor que o Senhor nos ordenou ter uns pelos outros. É justamente por isso que lhes deixo o conselho de voltarem-se para Ele para que desfrutem das bênçãos de uma vida vivida sob os preceitos de Seu Evangelho. Só assim é que terão alegria e felicidade duradouras, e não passageiras. Isso é o que lhes desejo de todo coração.

 

Uma palavra aos demais

 
Se pararmos para pensar, fora do Evangelho de Jesus Cristo realmente não há motivos convincentes para nos opormos ao casamento gay. Não fosse pelo Evangelho, muito provavelmente eu também estaria levantando uma bandeira a favor da causa gay e teria ido ao programa da Luciana Gimenez para aplaudi-los. É justamente isso o que faz quem desconhece o Evangelho (se conhece, não o entende; se entende, não o vive). Por isso, todo o barulho feito pela comunidade gay acaba ocupando dentro das pessoas o espaço que deveria estar preenchido pelo Evangelho. Eis porquê a ideologia gay conquista mais e mais a simpatia da sociedade.

Nos bastidores do Superpop a gerente de produção me contou que são muitos os contrários ao casamento gay (inclusive dentre os próprios gays!) e que vários representantes dessa corrente foram convidados a participar do programa junto comigo para expôr suas idéias. Mas fui o ÚNICO que teve a coragem de mostrar a cara.

Por que o restante se acovardou?

Não sei. Uma possível causa é a apontada pelo Élder Jeffrey R. Holland, do Quórum dos Doze Apóstolos de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, no artigo Ajudar Os Que Lutam Contra a Atração pelo Mesmo Sexo publicado na revista A Liahona de outubro de 2007 (versão em PDF da revista pode ser baixada aqui). Ele diz: “é da natureza humana que as pessoas, quando se deparam com uma situação complexa, tendam a evitá-la. Isso é verdade, particularmente quanto à atração pelo mesmo sexo. Temos tão poucas informações confiáveis a respeito disso que os que desejam ajudar sentem-se um tanto inseguros.”

Não evitei e não evito a situação por um motivo bem simples: a vivência do Evangelho traz-me segurança, paz e confiança para enfrentar os desafios da vida. Quem não deve, não teme. Não tenho medo de dizer que o casamento gay — e o próprio homossexualismo em si — é contrário à vontade de Deus e, portanto, pecado. Não fui eu quem quis que fosse assim. Se há quem acha que alguém deve ser responsabilizado por isso, deverá responsabilizar o próprio Deus (caso tenha essa audácia), não a mim. Eis porquê senti-me tremendamente à vontade diante das câmeras em rede nacional ao vivo para expôr a todo o país meus motivos para ser contra o casamento gay.

Mesmo que os contrários não compreendam muito bem os motivos que os levam a sentir que a união entre pessoas do mesmo sexo é um erro, é improvável que consigam algo pelo qual não se manifestam. Portanto, qualquer que seja seu motivo, se você acha que o casamento gay é um erro que deve ser evitado a todo custo…

…então mexa-se!

Que nossa voz também seja ouvida. Não defendo uma abordagem agressiva como a deles, com espalhafato, ousadia e ameaças. Devemos, contudo, sincera e honestamente, fazer chegar a quem de direito nossa voz. Falemos aos que elaboram as leis, aos que governam a nível local, estadual e nacional, aos administradores de escolas e a todos os formadores de opinião em qualquer esfera.

Lembremo-nos, principalmente, dos políticos. São eles, no final, os responsáveis por aprovar tudo o que vira lei. Mandemos-lhes cartas, faxes, e-mails, expressando-lhes nossa vontade e lembrando-os de que não terão nosso voto se não nos ouvirem. O voto ainda é nossa melhor arma, já que o Estado se declara laico (apenas quando lhe convém) e argumentos baseados em religião não são tão eficazes quanto deveriam — este é um caso que demonstra porquê o caráter supostamente laico do Estado pode ser uma maldição ao invés de bênção e porquê nenhum Estado será laico quando Cristo voltar.

Se desejar algo em que se inspirar nessa batalha, recomendo a leitura do artigo “Oposição ao mal”, de Gordon B. Hinckley, que se encontra na edição de setembro de 2004 da revista A Liahona, que pode ser baixada em versão PDF aqui.

Este artigo representa um pequeno esforço no sentido de cumprir a admoestação do Pres. Hinckley. Se você tem bons argumentos adicionais contra o casamento gay e desejar contribuir com meu esforço, não deixe de expressar seus pensamentos na área reservada a comentários, abaixo. Obrigado.

[ATUALIZAÇÃO em 28/07/11] — Ibope divulga resultado de pesquisa mostrando que a maioria da população brasileira é contra a união estável gay. Leia a notícia aqui.

[ATUALIZAÇÃO em 13/11/12] — Recomendo fortemente a leitura do excelente artigo Parada gay, carne e espinafre, de J.R. Guzzo, publicado na edição na edição 2295 (14 de novembro de 2012) da revista Veja.

[ATUALIZAÇÃO em 12/04/13] — Confirmando resultado da pesquisa do IBOPE mencionado acima, recente enquete promovida pelo site G1 mostrou que a maioria da população continua contra o casamento gay. Confira o resultado neste link e na imagem abaixo.

enquete

 

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