Perdoar o caos no casamento: uma jornada de evolução e redenção

Representação artística de mulher segurando um buquê de flores de lótus com homem agressivo em segundo plano. A flor de lótus é um símbolo profundamente significativo em várias culturas e tradições espirituais e representa a pureza espiritual, a superação das adversidades e o florescimento mesmo em meio à escuridão.

Esta é a história real de um menino que não era amado pelos pais. Deles só recebia indiferença e desprezo. Cedo deixou o lar para fugir dos abusos e maus tratos. Viveu nas ruas e mendigou. Ao entrar na adolescência, descobriu o sexo com prostitutas e foi apresentado às drogas e a tudo que um mundo frio e cruel tem de mais virulento.

Não preciso dizer que o menino se tornou um adulto totalmente desajustado.

Mas o Senhor estava com ele e o ajudou a encontrar uma profissão na qual conseguiu se estabelecer e se tornar bem sucedido. Mesmo assim, não deixou de ser um desajustado.

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Quem tem medo do anticristo?

O imaginário popular costuma interpretar o termo anticristo como sendo uma figura que surgirá antes da segunda vinda de Jesus Cristo. Na tradição cristã, o anticristo é frequentemente entendido como um líder enganador que exercerá domínio mundial e causará grande sofrimento.

Essa interpretação é baseada em diversas passagens bíblicas (desnecessário citá-las aqui) nas quais faz-se referência ao anticristo conjugando-se os verbos na terceira pessoa do singular. Daí as pessoas entendem que se trata de uma figura individual maligna e rapidamente o imaginam como uma disfarçada encarnação de Satanás.

Para a decepção dos catastrofistas apocalípticos de plantão, o anticristo está bem longe disso.

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Há solução para o ódio contra a mulher?

Sim, há. Mas é preciso primeiro entender por que ele existe, afinal, como os militares sabem muito bem, não se pode combater um inimigo que não se conhece.

Mencionei militares porque, realmente, estamos numa guerra e cada um de nós é um soldado. Mas precisamos estar do lado certo do campo de batalha.

Mesmo em menor número, o inimigo tem poder de causar grande estrago. Qualquer um que acompanha os noticiários sabe disso.

Se estamos do lado certo e somos em maior número, por que parece que estamos perdendo a guerra?

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O dilema da mentira conveniente e da ignorância como arma política

Tenho um amigo que gosta de compartilhar conteúdo de viés político-partidário. Num país politicamente polarizado como o nosso, esse conteúdo prolifera como câncer em paciente terminal.

Que se faça propaganda política não é o que me incomoda. O que me incomoda é que esse conteúdo está infestado de mentiras. Elas acabam sendo engolidas como verdade por quem não tem a iniciativa de conferir. É assim que se manipula a opinião pública.

A questão é: as pessoas que compartilham mentiras sabem o que estão fazendo?

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A evolução espiritual e o paradigma do cercadinho

Sou alguém que gosta de se sentir seguro, inclusive no aspecto espiritual. Por isso, costumo erguer ao meu redor barreiras de proteção que podemos comparar a um cercadinho.

Também sou curioso (e bastante), mas não aventureiro, do tipo que se lança ao desconhecido sem medir consequências. Mesmo assim, fui levado pelo Espírito do Senhor a uma aventura espiritual cuja veracidade precisei quebrar um grande paradigma para reconhecer.

O Espírito pode nos levar a uma experiência dessas mesmo que não peçamos. No meu caso, foi porque Ele queria me ensinar uma lição sobre meu cercadinho e, principalmente, sobre o que há de verdade fora dele. Em suma, Ele queria que eu evoluísse espiritualmente.

Quando ou se uma oportunidade dessas surge, o que fazer: recuar para a segurança do pacote de conceitos e preconceitos do cercadinho ou confiar no Espírito e nos aventurar fora do cercadinho por um momento?

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