Não faz nem cinco minutos que a reportagem abaixo passou na edição de hoje do Fantástico. Um pai, que nunca desistiu de lutar pela felicidade do filho com paralisia, dá um exemplo de superação e de um amor sobre-humano. Quando a reportagem terminou, eu estava com os olhos banhados em lágrimas. Se quiser saber porquê, assista-a também.

Se aceita um conselho, faça como eu: daqui por diante, quando achar alguma coisa difícil demais em sua vida, pense duas vezes.

E agora que ninguém venha me dizer que Deus não existe! Um homem como esse é mais uma das inequívocas provas de Sua existência e influência na vida da humanidade, ainda que ele próprio eventualmente não se dê conta disso.

E se os homens vierem a mim, mostrar-lhes-ei sua fraqueza. E dou a fraqueza aos homens a fim de que sejam humildes; e minha graça basta a todos os que se humilham perante mim; porque caso se humilhem perante mim e tenham fé em mim, então farei com que as coisas fracas se tornem fortes para eles. (Éter 12:27)

Saiba tudo sobre o Team Hoyt.

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Eu não estava lá para ver por mim mesmo.

Na verdade, também não estava quando o mundo foi criado, quando Adão e Eva foram postos no Jardim do Éden, Noé construiu a arca e Moisés abriu o Mar Vermelho.

Também não estava quando Jesus nasceu, tomou sobre Si nossos pecados no Getsêmani, foi crucificado no Gólgota e ressuscitou no terceiro dia.

Indo ainda mais longe, na verdade nunca vi Deus.

Mas e quem disse que preciso de olhos mortais para saber por mim mesmo que algo existe, existiu ou ainda vai existir?

Sei que tudo isso é verdade tanto quanto sei que há um sol iluminando a Terra. Por isso, sei que a história ilustrada no vídeo abaixo, conforme extraída do Livro de Mórmon, também é verdadeira. Ah, como sou feliz e grato por isso!

Obrigado pela dica, Marília! ;-)

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Ilustração do futuro Templo de Manaus

Na bela manhã ensolarada de hoje (20/6), às margens do Rio Negro, em Manaus, líderes e membros da Igreja na região puderam participar de um evento tão esperado: a cerimônia de abertura de terra para a construção do Templo de Manaus Brasil.

A temperatura era de 30 graus, amena para um lugar conhecido pelo forte calor. O céu, com um lindo azul, trouxe ainda mais alegria para aqueles que testemunharam o início de uma obra que trará mais luz e entendimento ao povo da cidade.

Presidida pelo Élder Charles Didier, que estava acompanhado de seus conselheiros na Presidência da Área Brasil, Élderes Ulisses Soares e Stanley G. Ellis, juntamente com suas respectivas esposas, a cerimônia contou com a presença do prefeito da Cidade de Manaus, Serafim Corrêa, e do vereador Arlindo Jr., além do Élder Itinose, Setenta de Área e atualmente servindo como presidente da Missão Brasil Manaus.

“Hoje é um dia de preparação”, disse o Élder Ellis, palavras endossadas pelo Élder Didier, que deixou a mensagem final e proferiu a oração dedicatória para a construção do templo. Élder Soares contou que o terreno havia sido escolhido há 13 anos e que “chegou o dia tão esperado”.


Presidência da Área Brasil: Élder Ulisses Soares (2º Cons., à esq.),
Élder Charles Didier (Pres.) e Élder Stanley G. Ellis (1º Cons.)

Há 18 anos foi organizada a Missão Brasil Manaus, em julho de 1990. O então presidente da Missão, Cláudio Costa, ensinava aos missionários a importância de encontrar e batizar famílias completas. “Templo significa famílias. Para uma dia termos um templo nesta cidade, precisamos batizar famílias hoje”, enfocava o presidente Costa. Atualmente na Presidência dos Setenta, o Élder Claudio R. M. Costa afirmou: “A Casa do Senhor será a maior bênção concedida à cidade de Manaus. O Templo de Manaus será um dos mais movimentados do mundo”. Ele relatou que os membros da Igreja na região fizeram grandes sacrifícios, primeiro viajando sete dias para irem ao Templo de São Paulo, depois quarenta horas para irem ao Templo de Caracas na Venezuela. O Pres. Geraldo Lima, presidente da Estaca Manaus Cidade Nova que já liderou 13 das 20 caravanas ao templo na Venezuela, contou: “Sempre que voltávamos do Templo de Caracas havia muita felicidade, apesar do grande sacrifício. Em breve teremos essa mesma alegria todos os dias aqui em nossa cidade com o futuro Templo de Manaus.”

Para Alice Chaves, 35 anos e batizada desde os 14, “Esta é a maior bênção neste momento de nossas vidas. Lembrei-me de quando tudo começou, quando me batizei e agora vejo as promessas se cumprindo como um milagre”, recordou emocionada e feliz.

Após a oração dedicatória, os membros da Presidência da Área Brasil pegaram a pá e abriram a terra de forma simbólica. Élder Didier então convidou algumas irmãs para fazerem o mesmo, enfatizando: “Irmãs, vocês vão ajudar muito neste futuro templo.”

Nesses 18 anos da Missão Manaus, a cidade que tinha só uma estaca em 1990, tem hoje 8 delas com mais de 44 mil membros que se reúnem em 22 capelas aos domingos.

Além da matéria publicada hoje pelo jornal Amazonas em Tempo, estiveram presentes outros repórteres de rádio e TV locais.

O Templo de Manaus Brasil foi anunciado no dia 23 de maio de 2007 e será o sexto templo construído no País, depois de São Paulo, Recife, Porto Alegre, Campinas e mais recentemente, Curitiba.

Com informações do departamento de assuntos públicos da Igreja

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Não lembro exatamente quando entrei no Orkut, nem a convite de quem. Quando me associei a ele, o Orkut ainda era um serviço jovem: foi inaugurado em 24 de janeiro de 2004 pelo programador turco Orkut Büyükkokten, funcionário da Google Inc. que emprestou seu nome ao serviço controlado pela empresa.

(Se você ainda não sabe o que é o Orkut, saiba aqui.)

Na época, o serviço não existia em português e a grande maioria dos associados era de orígem norte-americana, por isso escrevi em inglês todos os dados da primeira versão de meu perfil. Mas já estava em curso a grande invasão de brasileiros que veio a tomar o Orkut de assalto. Essa invasão despertou a ira de certos grupos de usuários americanos (seguramente “aborrecentes” com vento na cabeça), que até chegaram a criar comunidades de fomento ao ódio contra a maciça presença de brasileiros no Orkut. Não adiantou. Hoje, os brasileiros predominam: são 53,94%, contra apenas 15,1% de americanos, segundo dados estatísticos de junho de 2008.

Ainda segundo estatísticas recentes, 61,46% dos inscritos têm entre 18 e 25 anos. Isso pode explicar a fenomenal proliferação de comunidades dedicadas a temas totalmente boçais, como “Nunca andei de zebra”, “Ih, chuveu! Cabelo ecolheu“, “Eu já fui um espermatozóide”, “É pavê ou pacomê?” (e chega por aqui, pois boçalidade pode ser contagiosa). Outras há dedicadas a enaltecer a miséria espiritual humana, como a “Te INCOMODO?? Que peeena!”, em torno da qual deve orbitar gente que pensa que pode atingir o sucesso pisando em todos e achando-se com razão — no momento da redação deste artigo havia nessa comunidade mais de quatro milhões de inscritos, nenhum deles conversando sobre o tópico da comunidade.

Eu estava inscrito em apenas três: a “Todaro Family”, criada por mim para tentar reunir interessados na pesquisa genealógica da família; a “Data Control Maceió”, dedicada a ex-professores e alunos da filial da implodida rede de ensino de informática na qual trabalhei como instrutor; e a “Mormon Thought”, para membros, pesquisadores, opositores e caluniadores da Igreja.

Lamento ter que dizer que esta última teve grande peso em minha decisão de sair do Orkut.

Quando assim decidi, minha lista de amigos somava 130 pessoas, em sua maioria membros da Igreja. Do restante, quase todos eram pessoas com quem eu compartilhava o sobrenome, as quais “fisguei” ao longo do tempo na vã esperança de que se interessassem em contribuir com uma pesquisa genealógica que poderia beneficiar também a eles próprios. Umas poucas pessoas formavam um terceiro grupo sem relação com os outros dois. Sempre procurei manter essa lista o mais enxuta possível, eliminando desconhecidos cujo motivo para tê-los adicionado eu sequer conseguia lembrar — portanto, que não representavam para mim nada além de um número na lista. Prefiro qualidade à quantidade.

Das três comunidades, a única da qual eu ocasionalmente participava era a Mormon Thought. Nunca apreciei nela o fato de ser aberta a difamadores e caluniadores da Igreja. Minha única motivação para permanecer nela era a boa quantidade de grandes conhecedores da doutrina e da história da Igreja, além de outros membros cujas opiniões demonstravam grande afinidade com o Evangelho Restaurado de Jesus Cristo e com os quais eu me identificava. Seu criador é um dos que reúnem ambos os atributos. Ele justifica a abertura da comunidade aos críticos dizendo que o debate ajuda a esclarecer dúvidas de pesquisadores genuínos e crê na validade da prática da argumentação. Ele gosta de debater. Foi com esse intuito que sugeriu ao UOL a criação do fórum “mormonismo” na época em que o UOL hospedava fóruns sobre os mais variados assuntos. Depois que o UOL acabou com eles, criou a comunidade Mormon Thought no Orkut, igualmente aberta ao debate entre membros e não-membros (leia-se críticos). Ele também está inscrito no meu grupo Mórmons do Brasil, mas como as regras do grupo não admitem críticas à Igreja, ele não tem com quem debater e essa deve ser a razão pela qual não participa ativamente do grupo.

No que me diz respeito, a presença de críticos na Mormon Thought não seria problema não fosse o fato de haver gente interessada unicamente em atirar pedras, atitude reprimida apenas quando ultrapassado certo limite que, para mim, era frouxo demais. Eu não tinha prazer em participar dessa comunidade por esse motivo. Não vejo qualquer razão para ser preciso ficar respondendo críticas maliciosas de certos opositores ignorantes, mal informados ou mal intencionados, respostas essas que alimentam mais críticas e assim por diante. Sempre que via isso acontecer, lembrava-me da seguinte passagem do Livro de Mórmon:

Não obstante, houve alguns entre eles que quiseram interrogá-los para ver se, com seus astutos ardis, conseguiriam enredá-los em suas próprias palavras e, assim, obter um testemunho contra eles (Alma 10:13).

Creio ser contra esse tipo de situação que o Senhor nos adverte ao dizer:

Não haverá disputas entre vós, como até agora tem havido; nem haverá disputas entre vós sobre os pontos de minha doutrina, como até agora tem havido. Pois em verdade, em verdade vos digo que aquele que tem o espírito de discórdia não é meu, mas é do diabo, que é o pai da discórdia e leva a cólera ao coração dos homens, para contenderem uns com os outros. Eis que esta não é minha doutrina, levar a cólera ao coração dos homens, uns contra os outros; esta, porém, é minha doutrina: que estas coisas devem cessar. (3º Néfi 11:28-30).

Eis porque nunca me envolvi em debates dessa natureza. Não vejo nisso rigorosamente nenhum proveito. Aquele que tem o “espírito de discórdia” mencionado pelo Senhor não está pronto para abraçar o Evangelho, portanto a discussão é inútil, além de violar o mandamento do Senhor citado acima. Quando estiver pronto, o pesquisador sincero se enquadrará na situação descrita pelo Senhor em D&C 29:7: “meus eleitos ouvem minha voz e não endurecem o coração”, caso em que nenhum debate será necessário.

Quando o momento era oportuno, minha participação na Mormon Thought limitava-se a contar experiências, prestar testemunho e divulgar artigos de meu blog que eu jugava de interesse dos membros fiéis da Igreja lá presentes — e apenas deles.

Foi nessa comunidade que fiquei sabendo da existência de outra, dedicada exclusivamente a ex-membros da Igreja hoje congregados nela apenas para cuspir no prato em que comeram. Curioso para saber o que diziam, eu a visitava com alguma regularidade. Mas, sempre que o fazia, saia dela enojado. A profusão de calúnias e escárnios gratuitos contra tudo que diga respeito à Igreja e todos os envolvidos com ela — líderes, especialmente — é algo impossível de entender. Mentem sem pudor. Salvo raras e honrosas exceções, aqueles apóstatas estão tão afundados no erro que não percebem a sordidez e a falsidade impregnadas nas próprias palavras.

Um exemplo significativo das mentiras a que me refiro é o que disse de mim um ex-membro que hoje se declara ateu: “O Todaro só posta na Mormon Thought quando é pra fazer propaganda do seu blog” — mentira do tipo que aqueles apóstatas adoram espalhar. O ateu em questão sabe que é mentira, ainda assim optou por mentir. Dizer a verdade não dá ibope entre eles.

Outra mentira, do tipo que faz a alegria dos amantes da violação do 9º dos Dez Mandamentos — “Não dirás falso testemunho contra teu próximo” —, foi proferida por alguém que afirmou que meu único intuito ao divulgar meus artigos na Mormon Thought é procurar trabalho (pois neste blog informo que sou webmaster).

O interessante é que nenhum deles me critica “na cara”. Todos o fazem pelas costas. Que cada um julgue por si para saber que nome se dá a esse tipo de atitude.

Há outros exemplos. O ex-missionário que fez de mim alvo da tentativa de assédio moral de que trato no artigo Esses antimórmons são uma graça! foi mais longe. Publicou em seu blog um artigo absolutamente fantasioso sobre minha participação no Superpop de Luciana Gimenez. Ele parece estar obcecado pelo fato de eu não ter usado o programa para armar um grande barraco contra os gays, como queria. Por isso, todo seu texto é carregado de injúrias, calúnias e difamações contra mim. Depois, produziu um vídeo em que lê e interpreta sua criação, que poderia muito bem servir de roteiro de uma comédia pastelão (devo reconhecer que, pelo menos, ele interpreta bem). Como tenho o vídeo do Superpop, seria muito fácil para mim — e humilhante para ele — provar o caráter alucinado de seu texto, se eu quisesse. Mas não vou meter a mão nesse vespeiro por tão pouco. Afinal, que grande dano ele está causando? Rigorosamente nenhum! Como contou o Pres. Gordon B. Hinckley em seu discurso Tardio em irar-se, proferido na Conferência Geral de outubro de 2007:

Certa ocasião, um homem que fora difamado por um jornal “procurou Edward Everett para perguntar o que deveria fazer a respeito. Everett disse: ‘Não faça nada! Metade das pessoas que compraram o jornal jamais viram o artigo. Metade dos que o viram, não leram. Metade dos que o leram, não entenderam. Metade dos que entenderam, não acreditaram. Metade dos que acreditaram não deram a mínima importância’” (Sunny Side of the Street, novembro de 1989; ver também Zig Ziglar, “Staying Up, Up, Up in a Down, Down World” [2000], p. 174).

Tantos de nós fazem um grande estardalhaço por coisas sem importância. Ficamos ofendidos com muita facilidade. Feliz é o homem que pode deixar de lado os comentários ofensivos de outrem e seguir seu caminho.

Estou convencido de que tanta pobreza espiritual não pode ter origem unicamente humana. Eis porque afirmo ser pesada a influência de Satanás naquele meio, ele que é “o pai de todas as mentiras” (Moisés 4:4). É como escrevi em meu artigo Esses antimórmons são uma graça!: “Que apostatem, se quiserem, mas não percam a dignidade! Nada há mais triste que um apóstata moralmente vazio”.

Em visita recente ao grupo deles, encontrei um ex-professor do Instituto de Religião da Igreja, hoje convertido à fé evangélica batista, queixando-se de ter sido vítima de uma injustiça cometida por uma mulher que ele afirmava — sem qualquer prova substancial — ser membro da Igreja. Segundo ele, a mulher o acusou de algo que não fez e o ameaçou de processo judicial. No intuito de ajudá-lo, inscrevi-me na comunidade para dizer-lhe, entre outras coisas, o seguinte: “Se você não fez aquilo de que ela lhe acusa, não tem porquê se preocupar. Deixe que ela se vire tentando provar a acusação, caso seja capaz, e vá dormir tranqüilo”. A partir daí, começamos a trocar algumas mensagens particulares e por algum tempo pareceu-me que eu tinha conquistado uma nova amizade, tanto que me senti à vontade para aceitar seu convite de adição como amigo no Orkut. O fato de eu também ter sido evangélico batista por um breve período de minha adolescência serviu como ponto de afinidade.

Só que, para minha decepção, as afinidades acabaram quando descobri que meu novo amigo era um dos que se empenhava em jogar gasolina na fogueira dos erros daquele grupo de apóstatas. Ele também participa da Mormon Thought, na qual critica abertamente a Igreja e suas práticas e doutrina, às vezes fazendo exatamente o que descreve Amuleque em Alma 10:13. Fiquei triste em vê-lo atirando lama no nome da Igreja, sem qualquer fundamento para tal, em diversos tópicos de ambas as comunidades. Descobri também que ele aplaude e enaltece a obra de meu principal “fã”. Aliás, ele bem que tentou incendiar as coisas entre esse “fã” e eu e, quando viu que eu não entraria na onda dele, exclamou: “Que pena!”. É público e notório que ele se diverte vendo o circo pegar fogo, por isso vive tentando ateá-lo.

Para ser franco, não sei porquê fiquei surpreso. Afinal, onde foi que o conheci? Numa comunidade de apóstatas escarnecedores. O que se poderia esperar dele? Dentre os 130 integrantes de minha lista de amigos, ele era o único que não demonstrava qualquer respeito por minha tão amada religião — que também foi dele, aliás. Por isso, removi-o da lista explicando-lhe que eu não estaria sendo coerente comigo mesmo se permitisse que permanecesse nela. Sua remoção não significava uma declaração de inimizade, mas do fim das afinidades que justificavam sua permanência dentre os 130. Como posso considerar amigo alguém que pisa e cospe em algo que me é tão caro e que demonstra não ter qualquer respeito e consideração pela fé alheia?

Foi somente então que percebi quanto tempo eu estava desperdiçando no Orkut, preocupado em saber o que os detratores diziam da Igreja à qual um dia pertenceram, tanto na comunidade criada para eles quanto naquela na qual acho que não deveriam estar. Que queiram ter um espaço só para eles, tudo bem, mas eu não via e ainda não vejo qualquer necessidade de conviver com a apostasia. A preocupação em saber o que diziam tinha se tornado um vício que precisava ser quebrado. Sair meramente da Mormon Thought não resolveria o problema, pois seu conteúdo é público e a curiosidade acabaria levando-me lá de volta, quando então começaria tudo de novo. A maneira que encontrei de fazê-lo foi semelhante à que se faz no combate de alguns tipos de vício: cortando o mal pela raiz.

Eliminar um vício em alguns casos pode ser um processo longo e penoso. Que o digam os viciados em tabaco e outras drogas, por exemplo. No caso do meu vício da “vigilância” sobre aqueles apóstatas do Orkut, o único pesar que senti pelo corte radical foi a perda de contato com alguns dos 130 que me eram realmente caros — o missionário que me batizou em 1984, a missionária que ensinou minha mulher, alguns membros de minha ala e alguns parentes, dentre outros de quem me orgulhava em ter em minha lista. Fora isso, a transição se deu de modo absolutamente sereno. Acredito que tal serenidade deve demonstrar maturidade emocional e espiritual suficientes para permitir-me pensar sempre em termos de elevação de minha reverência e estatura espiritual. De fato, se há algo que NÃO se pode dizer sobre minha experiência com aqueles apóstatas é que foi edificante e inspiradora. Pelo contrário, foi deprimente e lamentável. Compare-se isso com a experiência de ler a transcrição da mensagem deixada pelo Pres. Thomas S. Monson em Brasília, no último dia 2, na qual transmitiu palavras que, se seguidas, aproximam qualquer criatura de seu Sublime Criador.

O problema com o Orkut não é o Orkut em si, e sim o que se faz nele. O Orkut é meramente um dos incontáveis serviços disponíveis na Internet que podem servir de bênção ou de maldição, dependendo de como são usados. A partir de quando percebi que meu rumo nele começou a ser desviado em direção à maldição, tratei de cortar o mal pela raiz, como disse acima. Essa decisão seguramente não é definitiva nem irrevogável, pois o Orkut pode perfeitamente servir a propósitos dignos, edificantes e inspiradores. É o que pretendo fazer tão logo me sinta desintoxicado do veneno destilado pelos que se empenham em crucificar Cristo mais uma vez.


ATUALIZADO em 29/6: Eu sabia que meu exílio voluntário não duraria muito. Acabou hoje.

O que me incentivou a voltar foi o convite de Sister Muir, esposa do presidente da Missão Brasil Maceió. O casal está concluíndo seu chamado missionário de três anos e amanhã embarca de volta para seu lar, em Utah, EUA. Ao se despedir de minha mulher e de mim, ela nos convidou a nos reencontrarmos no Orkut. Não tive como recusar. Sinto-me honrado pela companhia de pessoas assim dignas, ainda que seja uma companhia virtual.

Sim, o Orkut também serve a propósitos relevantes e inspiradores. É o único uso que pretendo fazer dele.

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Mensagem do Presidente Thomas S. Monson
Reunião com os Membros em Brasília, Brasil
Segunda-feira, 2 de junho de 2008

 

Tempo de Escolher

Sou especialmente grato por estar com vocês esta noite, irmãos e irmãs, no encerramento de uma visita memorável que o casal Nelson e eu fizemos ao Brasil. No sábado à noite presenciamos o belo programa cultural apresentado pelos membros, em Curitiba, antes da dedicação do templo. Ontem, em quatro sessões inspiradoras, dedicamos o magnífico Templo de Curitiba. Esta tarde, tivemos o privilégio de nos reunir com o Vice-Presidente do Brasil, José Alencar. Levaremos conosco lembranças inestimáveis desta visita ao seu belíssimo país.

Tenho pensado ultimamente sobre as escolhas que fazemos na vida. Há um sábio conselho na Bíblia, em Eclesiastes, capítulo 3, versículos 1, 2, 4 e 6: “Tudo tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo o propósito debaixo do céu. Há tempo de nascer, e tempo de morrer; tempo de plantar, e tempo de arrancar o que se plantou; (…) tempo de chorar, e tempo de rir; tempo de prantear, e tempo de dançar; (…) tempo de buscar, e tempo de perder; tempo de guardar, e tempo de lançar fora”. E eu acrescento: “Tempo de escolher”.

Eu lhes pergunto: Que escolhas vocês farão na vida? Irmãos e irmãs, nós somos aquilo que escolhemos ser. Nossas escolhas determinam o nosso destino.

Sempre gostei muito da letra de um dos nossos hinos [nº 149]:

A alma é livre para agir
E seu destino decidir;
Suprema lei deixou-nos Deus
Não forçará os filhos Seus
Apenas faz-nos escolher
O bem ou o mal neste viver,
Conselhos dá-nos, com amor,
Cuidado, graças e favor.

Gostaria de sugerir-lhes quatro decisões, quatro escolhas, que nos ajudarão a determinar nosso destino.

Primeira: escolher ouvir.

Segunda: escolher aprender.

Terceira: escolher trabalhar.

E quarta: escolher amar.

No que se refere a ouvir, espero que vocês ouçam as pessoas que os amam e que desejam sinceramente o melhor para vocês. Vocês, jovens, ouçam sua mãe e ouçam seu pai, pois cada qual se ajoelha diariamente e ora por vocês, implorando ao Pai Celeste que proteja e oriente vocês nas escolhas que fazem.

Espero que possamos ouvir o conselho de nossos líderes, que são inspirados para nos guiar no caminho que devemos escolher. Que possamos também ouvir os sussurros do Espírito Santo. Prometo-lhes que, se ouvirmos o Espírito Santo, se houver um desejo justo em nosso coração e se nossa conduta refletir esse desejo, seremos guiados por esse Santo Espírito.

Certa noite, há muitos anos, eu dirigia para casa, depois de uma atividade. Seguia por uma rua que percorrera raras vezes. Ao tomar a direção leste, um pensamento me ocorreu: “Numa destas casas mora uma família que viveu em nossa ala quando eu era bispo, muitos anos atrás. Como a irmã Thomas e sua família estariam passando?” Mantive a velocidade, pois tinha um compromisso dali a pouco. Mas o Espírito parecia dizer-me que eu devia voltar e ir até a casa da irmã Thomas. Fiz a volta com o carro, localizei a casa, estacionei na entrada da garagem e bati à porta da frente. Ninguém respondeu. Bati novamente. Nada, ainda. Entrei novamente no carro e ia voltando para a rua, quando notei que alguém abrira a porta de entrada. Voltei a estacionar o carro no mesmo lugar, saí e caminhei em direção à porta. Ali estava a irmã Thomas, uma mulher amável, de cabelos prateados, que freqüentara minha ala muitos anos antes. “Irmã Thomas, que bom ver a senhora. Como vai?” Sua mão parecia tatear à procura da minha.

“Reconheço a voz, mas não posso vê-lo. Estou cega.”

Só então compreendi por que o Senhor havia-me guiado a fim de parar e ver a amiga querida de tempos atrás. Ao conversar com ela e com os membros da família, soube que nesse dia em especial era o aniversário de falecimento de sua filha mais velha. Ela, principalmente, carecia de consolo, e sentira o desejo de receber uma bênção de um portador do sacerdócio de Deus. Senti-me honrado por dar-lhe essa bênção.

É minha oração que cada um de nós leve uma vida digna, para receber a orientação de nosso Pai Celeste; que possamos ouvir os sussurros do Espírito Santo para termos a oportunidade de responder a esses sussurros e estar em sintonia com a influência orientadora de nosso Pai Celestial. Uma das mais doces experiências da mortalidade é servir de instrumento nas mãos de Deus para abençoar a vida de outras pessoas. Façamos a promessa de ouvir.

A [decisão] seguinte: que escolhamos aprender. Não é suficiente só ouvir, se não aprendemos. Conservemos no coração o conselho do Senhor que se encontra em Doutrina e Convênios: “Nos melhores livros buscai palavras de sabedoria; procurai conhecimento, sim, pelo estudo e também pela fé” (D&C 88:118).

Que livros seriam fontes mais excelentes e esclarecedoras para nosso aprendizado do que as escrituras — a Bíblia, o Livro de Mórmon, Doutrina & Convênios e A Pedra de Grande Valor? Estudando esses livros sagrados, aprendemos lições de valor eterno. Por exemplo, podemos aprender paciência ao estudar com afinco a vida de nosso Senhor e Salvador, Jesus Cristo. Conseguem imaginar a decepção que Ele deve ter sentido — sabendo que tinha as chaves da vida eterna e que Ele era o detentor do caminho para que vocês e eu entrássemos no reino celestial de Deus — ao levar Seu evangelho ao povo que O rejeitou e recusou ouvir Sua mensagem? Mesmo assim, Ele teve paciência. Cumpriu Sua responsabilidade em vida, mesmo até a cruz do Calvário. Há muitas lições que podemos aprender quando estudamos a vida de nosso Salvador. A paciência é uma delas.

Também podemos aprender, estudando a vida dos líderes da Igreja. Aprendi muito estudando esses grandes homens, cuja amizade tive o privilégio de desfrutar em todos esses anos. O Presidente David O. McKay foi um exemplo vivo de bondade. Nunca o ouvi erguer a voz; falava com brandura a todos os que conhecia. O Presidente N. Eldon Tanner, que serviu como conselheiro na Primeira Presidência por muitos anos, foi um homem de autêntica integridade. O Presidente Kimball exemplificava a humildade. Além disso, era uma pessoa alegre, apesar dos problemas com a saúde. O Presidente Hinckley dedicou-se inteiramente à obra do Senhor e trabalhou incansavelmente para cumprir suas designações. Cada um desses grandes homens, ao lado de quem servi, me ensinaram lições que jamais esquecerei. Convido-os a juntar-se a mim no compromisso de aprender.

A decisão a seguir, que trabalhemos. Não é suficiente desejar, não é suficiente sonhar, não é suficiente prometer, não é suficiente se comprometer. Literalmente, precisamos fazer. O Senhor disse: “Aquele que lança a sua foice com vigor faz reserva, de modo que não perece” (D&C 4:4). E Néfi declarou: “Eu irei e cumprirei as ordens do Senhor” (1 Néfi 3:7). Foi Tiago, no Novo Testamento, quem resumiu para nós essa lição: “E sede cumpridores da palavra, e não somente ouvintes, enganando-vos” (Tiago 1:22).

Um dos grandes exemplos de trabalho na vinha de Deus foi o Élder LeGrand Richards, que serviu como membro do Quórum dos Doze Apóstolos por 31 anos. Foi amado pelos membros da Igreja no mundo inteiro. Não houve sequer um dia em sua vida no qual não padecesse com dores. Devido a um problema na bacia, foi-lhe permitido não se ajoelhar durante as orações, mas ele nunca usou esse privilégio. Ele se ajoelhava ao lado dos membros dos Doze, embora todos nós pudéssemos ver estampada em seu semblante a imensa dor física causada pelo ato de se ajoelhar. Todas as semanas, comparecia às conferências de estaca — e algumas ficavam bem longe de sua casa. Viveu para edificar e fortalecer os outros, sempre obediente ao conselho do Apóstolo Pedro: “Estai sempre preparados para responder (…) a qualquer que vos pedir a razão da esperança que há em vós” (I Pedro 3:15). O Élder Richards é o autor do livro Uma Obra Maravilhosa e um Assombro, que, desde sua publicação, é usado pelos missionários no mundo todo.

Há muitos anos, fui designado a estar, no mesmo fim de semana, em duas diferentes cidades da Califórnia, nos Estados Unidos. Fui à primeira, em São Francisco, e depois embarquei no avião que me levaria a Los Angeles, onde teria a oportunidade de reunir-me com a liderança dos jovens adultos da região sul da Califórnia. Ao acomodar-me na poltrona do avião, o assento ao meu lado estava vazio. O avião subiu e dirigiu-se para Los Angeles. Uma jovem e simpática comissária de bordo sentou-se no lugar ao meu lado. Percebi que ela estava lendo o livro Uma Obra Maravilhosa e um Assombro. Eu lhe disse: “Você deve ser membro da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias”.

Ela respondeu: “Não, não. Por que a pergunta?”

“Bem, você está lendo um livro escrito por um membro muito importante dessa Igreja”.

Ela disse: “É mesmo? Ganhei o livro de uma amiga, mas não sei nada sobre ele. Fiquei curiosa e decidi lê-lo”.

Resolvi então prestar meu testemunho àquela moça. Disse-lhe também que eu tivera o privilégio, anos antes, de ajudar o Élder Richards na impressão do livro que agora ela lia. Falei-lhe sobre o Élder Richards e sobre muitos milhares de pessoas que aceitaram a verdade depois de ler esse mesmo livro. Passei o restante do tempo do vôo respondendo às perguntas que ela me fez. Ao término da viagem, perguntei-lhe se podia pedir aos missionários que a visitassem. Também perguntei se ela gostaria de visitar nosso ramo em São Francisco. Ela respondeu “sim” às duas perguntas. Seu nome era Yvonne Ramirez, e quando cheguei em casa, escrevi ao presidente da Estaca São Francisco e transmiti-lhe essa informação. Poucas semanas depois, recebi uma ligação daquele presidente de estaca, que disse: “Irmão Monson, acho que o senhor vai gostar de saber que hoje, Yvonne Ramirez, comissária de bordo da United Airlines, a jovem que se sentou ao seu lado no vôo de São Francisco a Los Angeles, tornou-se o mais novo membro da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias”. Fiquei radiante.

Todos nós temos a responsabilidade de trabalhar. Que possamos cumprir essa responsabilidade.

Por fim, que possamos amar. Vocês se lembram da resposta que o Salvador deu ao doutor da lei, quando este perguntou: “Mestre, qual é o grande mandamento na lei?”

Ele respondeu: “Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todo o teu pensamento. Este é o primeiro e grande mandamento. E o segundo, semelhante a este, é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo” (Mateus 22:36-39).

Que sempre nos lembremos do conselho do Senhor contido no Livro de Mórmon, em Terceiro Néfi, capítulo 11, versículos 28 a 30: “Não haverá disputas entre vós, (…) Pois em verdade, em verdade vos digo que aquele que tem o espírito de discórdia não é meu, mas é do diabo, que é o pai da discórdia e leva a cólera ao coração dos homens, para contenderem uns com os outros. Eis que esta não é minha doutrina, levar a cólera ao coração dos homens, uns contra os outros; esta, porém, é minha doutrina: que estas coisas devem cessar”.

Shakespeare escreveu: “Eles não amam aqueles que não demonstram ter seu amor”. Como podemos demonstrar nosso amor a Deus e nosso amor por nosso próximo? Por meio da obediência aos mandamentos de Deus e aos conselhos de Seus servos. Temos o privilégio de obedecer à lei do dízimo, obedecer ao código da moralidade e de obedecer, em todos os aspectos de nossa vida, à palavra de nosso Pai Celestial. Podemos saber o quanto nós O amamos pela maneira como nós O servimos e pela maneira como servimos ao nosso próximo.

Novamente, irmãos e irmãs, que possamos assumir o compromisso de ouvir, de aprender, de trabalhar e de amar. Ao cumprir esses compromissos, teremos a orientação de nosso Pai Celeste e sentiremos a verdadeira alegria em nossa vida. Isso não significa que devamos simplesmente fazer um pedido ou sonhar, mas sim, que devemos decidir fazer tudo para cumprir nosso compromisso. Se quisermos, nós o faremos.

Vamos, pois, prosseguir com nossas resoluções? Será que podemos mudar nossos hábitos, se isso for necessário? Declaro-lhes que sim. Por exemplo, gostaria de contar-lhes a experiência que um amigo compartilhou comigo, há anos. Ele falou sobre sua infância. “Meu irmão gêmeo e eu tivemos uma infância difícil. Tinhamos uma mãe adorável e um pai excelente, mas ele era dependente do álcool. Aos sábados, sempre tínhamos a tarefa de sair à noite para trazê-lo para casa. Certa ocasião, meu irmão e eu comemorávamos nosso 16º aniversário. Tínhamos convidado amigos para uma festinha lá em casa, e estávamos brincando e nos divertindo, quando nosso pai entrou, completamente bêbado. Nossos amigos, constrangidos, foram embora. Mamãe tinha uma expressão de dor marcando-lhe a face. Dissemos ao nosso pai coisas bem duras, como: ‘Não consegue ficar sóbrio, pai? Nem no nosso aniversário?’” Meu amigo prosseguiu relatando o ocorrido: “Meu pai voltou-se para nós dois e disse: ‘Rapazes, perdoem-me. Prometo que nunca mais vou tomar uma gota de álcool’”.

Aquela família já havia ouvido essa promessa várias vezes. Embora os dois jovens tivessem uma atitude áspera com o pai, a mãe sabiamente lhes disse: “Filhos, seu pai é portador do sacerdócio, e sei que um dia ele o honrará. Por isso, quero que honrem seu pai”.

Meu amigo declarou: “Meu pai foi fiel à promessa que fez. Nunca mais tocou na bebida. Tornou-se o pai mais bondoso e prestativo que um filho podia ter. Nossa mãe encheu-se de alegria.”

O pai desse meu amigo faleceu algum tempo depois. Mas aquela mãe, que teve a capacidade de acreditar que a palavra de um homem pode ser sua garantia, se for sincera, de acreditar que ele podia escolher mudar e cumprir sua palavra, viveu para ver seu marido mudar. Ela também viveu para ver os dois gêmeos serem chamados para servir como presidentes de missão na Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias.

Presto-lhes meu testemunho esta noite de que, quando o Salvador disse aquelas palavras registradas no livro do Apocalipse, Ele na verdade deu a vocês e a mim um conselho que nos ajudaria a ser fiéis ao que prometemos. Lembram quais foram as Suas palavras? “Eis que estou à porta, e bato; se alguém ouvir a minha voz, e abrir a porta, entrarei em sua casa” (Apocalipse 3:20).

É minha oração esta noite que tenhamos ouvidos para ouvir, que possamos escutar quando Ele bater à porta, que valorizemos o convite do nosso Senhor e tenhamos sabedoria para abrir de par em par a porta de nosso coração e os portais de nossa mente, para que Jesus Cristo entre e permaneça em nós. Será que abriremos espaço para Ele em nosso coração? Teremos tempo para Ele em nossa vida? Eu insisto, a escolha cabe a nós, de nos lembrar de que nossas escolhas e nossas decisões determinam nosso destino.

Irmãos e irmãs, eu lhes deixo o meu amor. Foi um privilégio poder estar aqui esta noite. Pude sentir o seu espírito e eu os elogio por seu testemunho da verdade.

Se viverem o evangelho, as outras pessoas verão o bem que se origina dele. Vocês vão servir de inspiração para que elas conheçam a Igreja e abracem a mensagem do evangelho. O número de membros da Igreja no Brasil está crescendo. Quando a irmã Monson e eu viemos para cá pela primeira vez, em 1969, havia somente duas estacas e uma missão. Na contagem mais recente, no final de 2007, havia 27 missões, 218 estacas e 50 distritos. Em 1940, havia menos de 200 membros no país como um todo. Quando o primeiro templo em São Paulo foi dedicado, em 1978, havia 54.000 membros. Hoje, há mais de um milhão de membros, e o crescimento é constante.

Deixo-lhes a minha bênção. Que nosso Pai Celeste continue sempre ao seu lado, e abençoe cada um todos os dias, é minha oração, em nome de Seu Filho Amado, nosso Salvador e Redentor — o próprio Jesus Cristo, nosso Senhor —, Amém.

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