Recentemente iniciei-me na atividade profissional de fotógrafo. No intuito de divulgar meu trabalho, criei um álbum no Picasa onde coloco minhas melhores fotos.
O álbum pode ser visto na janela abaixo. Clique no botão verde no centro da primeira imagem para iniciar a apresentação. Caso queira pausá-la, clique no botão localizado entre as duas setas, na margem inferior. Você também pode avançar e retroceder as imagens manualmente, basta usar as setas.
Fique à vontade para deixar comentários e fazer perguntas sobre as imagens na área de comentários, mais abaixo. Como alimento o álbum com novas imagens em caráter regular, visite este artigo de tempos em tempos para ver as novidades.
E estou aberto a propostas de trabalho na área, caso em que sinta-se à vontade para entrar em contato.
Antes de responder essa pergunta, eu gostaria de convidá-lo a assistir o seguinte vídeo.
O mundo cristão costuma esquecer-se da razão da existência do Natal. Não que eu tenha algo contra a festa consumista típica da época, afinal também gosto de dar e ganhar presentes. Mas por qual motivo existe esse costume?
Para entender isso, precisamos voltar no tempo e saber como surgiu o Natal.
Suas origens remontam à história antiga. O início dessa festividade encontra-se na adoração pagã, muito antes da introdução do cristianismo. O deus Mitra era adorado pelos antigos arianos e essa adoração gradualmente se espalhou pela Índia e Pérsia. Mitra a princípio era o deus da luz celeste dos céus brilhantes e, mais tarde, no período romano, foi adorado como a deidade do sol, ou o deus do sol: Sol Invictus Mithra.
No primeiro século antes de Cristo, Pompeu fez conquistas ao longo da costa sul da Cilícia, na Ásia Menor, e muitos dos prisioneiros feitos nessas ações militares foram levados cativos para Roma. Isso deu início à adoração pagã de Mitra em Roma, porque esses prisioneiros espalharam a religião entre os soldados romanos. A adoração tornou-se popular, particularmente entre as fileiras do exército romano. Encontramos hoje, nas ruínas das cidades do extenso império romano, os santuários de Mitra. O mitraísmo floresceu no mundo romano e se tornou o mais importante concorrente do cristianismo entre as crenças religiosas do povo.
Uma época festiva para os adoradores do sol acontecia imediatamente após o solstício de inverno, o dia mais curto do ano — época em que o sol se detém após sua descida anual para o hemisfério sul. O começo de sua ascensão desse ponto mais baixo era considerado como o renascimento de Mitra. Os romanos comemoravam seu nascimento no dia 25 de dezembro de cada ano. Havia uma grande festividade nesse dia: festivais e festas, presentes dados aos amigos e as casas eram decoradas com sempre-vivas.
Gradualmente, o cristianismo foi sobrepujando o mitraísmo, que tinha sido seu rival mais forte, e a festa em que se comemorava o nascimento de Mitra foi adotada pelos cristãos para comemorar o nascimento de Cristo. A adoração pagã do sol, profundamente arraigada na cultura romana, foi substituída por uma das maiores festas cristãs. O Natal chegou até nós como um dia de ação de graças e regozijo, um dia de alegria e boa vontade entre os homens. Embora esteja associado a coisas terrenas em seu significado, seu conteúdo é divino. Essa antiga comemoração cristã foi continuamente preservada ao longo dos séculos.
A lenda do Papai Noel, a árvore de Natal, as decorações brilhantes e o azevinho, bem como a troca de presentes, tudo isso expressa para nós o espírito desse dia comemorativo; mas o verdadeiro espírito do Natal é muito mais profundo. Ele se encontra na vida do Salvador, nos princípios que Ele ensinou, em Seu sacrifício expiatório — que é o nosso grande legado.
O verdadeiro Natal acontece para aquele que adota Cristo em sua vida como força motivadora, dinâmica e vivificante. O verdadeiro espírito do Natal encontra-se na vida e missão do Mestre.
Se você quer encontrar o verdadeiro espírito do Natal e partilhar seus doces frutos, gostaria de dar-lhe uma sugestão. Em meio a toda agitação dessa época festiva do Natal, encontre um tempo para voltar seu coração a Deus. Talvez nos momentos tranquilos, em um lugar sossegado, ajoelhado — sozinho ou acompanhado de seus entes queridos — agradeça pelas coisas boas que recebeu e peça que Seu Espírito habite em você, ao esforçar-se sinceramente para Servi-Lo e guardar Seus mandamentos. Ele o conduzirá pela mão e Suas promessas serão cumpridas.
Adaptado de discurso proferido pelo Presidente Howard W. Hunter em reunião devocional realizada na Universidade Brigham Young em 5 de dezembro de 1972 e citado em O Verdadeiro Natal, A Liahona, dezembro de 2005.
Se você não pôde ir a uma das capelas da Igreja para assistir a transmissão da Conferência Geral de outubro de 2011, pode assistir abaixo os vídeos das sessões completas (que podem ser expandidos para tela cheia).
Vídeos de cada discurso podem ser assistidos, ouvidos ou baixados individualmente nesta página do site da conferência.
Tramita na Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo o projeto de lei 670/2011, que institui em todo o estado o Dia do Orgulho Heterossexual.
De autoria do deputado estadual Dilmo dos Santos (PV), a lei, se aprovada, valerá em todos os 645 municípios paulistas, criando data que será comemorada no 3º domingo de dezembro de cada ano e que deverá constar do calendário oficial do estado.
O projeto inspira-se em lei similar aprovada pela Câmara Municipal de São Paulo (mas ainda não sancionada pelo prefeito Gilberto Kassab), de autoria do vereador paulistano Carlos Apolinário (DEM), e também estabelece que o Executivo envidará esforços no sentido de divulgar a data instituída pela lei, objetivando conscientizar e estimular a população a resguardar a moral e os bons costumes.
Em sua justificativa, Dilmo afirma que “os homossexuais, se dizendo discriminados ou perseguidos, estão tentando aprovar leis que na realidade concedem a eles verdadeiros privilégios”. Ele diz que respeita os homossexuais, mas diz não concordar com a “apologia ao homossexualismo”.
Agora, meus dois tostões:
O Projeto de Lei Complementar 122/2006, que tramita no Congresso Nacional, originalmente dava aos gays direitos e privilégios maiores que os do restante da população ao transformá-los em cidadãos acima de qualquer crítica (leia artigo em que falo a respeito). Felizmente o projeto sofreu o revés que merecia e agora está sendo reescrito pela senadora Marta Suplicy em parceria com o senador Marcelo Crivella para tentar evitar os inexoráveis abusos que certamente ocorreriam caso fosse aprovado e dos quais falo no artigo do link acima.
O fato é que, como digo no artigo Por que sou contra o casamento gay, a ideologia gay está ganhando cada vez mais espaço na sociedade porque as pessoas estão dando cada vez menos importância ao evangelho de Jesus Cristo. Aplaudir a ideologia gay é o que faz quem desconhece o evangelho (se conhece, não o entende; se entende, não o vive). Por isso, todo o barulho feito pela comunidade gay acaba ocupando dentro das pessoas o espaço que deveria estar preenchido pelo evangelho.
Por isso, vejo com entusiasmo e simpatia iniciativas como a do deputado Dilmo dos Santos e acho que todos devemos apoiá-la.
Mas quero deixar claro que não tenho nada contra os gays nem contra o que fazem de suas vidas. Tenho é contra a massificação da cultura deles. Como diz Leonardo Bruno em seu artigo Homossexualidade e o totalitarismo das minorias:
Quando o movimento gay exige leis ‘anti-homofóbicas’ para tenta criminalizar qualquer crítica contra a conduta homossexual ou mesmo criminalizar os sentimentos e pensamentos cristãos da comunidade, ele está querendo ditar idéias, palavras do imaginário e princípios éticos. Ou seja, se qualquer crítica à homossexualidade pode causar sanções penais aos seus críticos, o inverso não é verdadeiro: os homossexuais podem destruir os modelos familiares vigentes, inverter os padrões sexuais da sociedade e transformar a homossexualidade num culto sacralizado.
O pior é que os gays e seus simpatizantes estão revoltados com a proposta do deputado Dilmo, assim como ficaram com a do vereador Apolinário, tanto que pressionaram o prefeito Kassab para vetá-la. Só não entendo por quê. Se eles podem levantar suas bandeiras coloridas nas espalhafatosas paradas gays ao redor do mundo para celebrar seu tão aclamado orgulho gay, que os faz pensar que o resto do mundo — dentro do qual são um grupo minoritário, diga-se de passagem — não pode ter o mesmo direito?
Essas pessoas parecem ignorar o fato de que a maioria da sociedade não aceita a totalidade do que a causa gay defende. Isso ficou claro no resultado de pesquisa recente do Ibope mostrando que a maioria da população brasileira é contra a união estável gay, independente do que dizem novelistas da Globo, magistrados e legisladores (que, aliás, não consultaram a população antes de tomarem suas decisões).
Por isso, convoco todos quantos vierem a ler este artigo a fazer coro comigo no apoio ao deputado Dilmo. Diga SIM ao Dia do Orgulho Hétero! Devemos mostrar que também temos voz e que ela também merece ser ouvida.